21.10.08

Caça a parentes para acabar com nepotismo no Espírito Santo



Deu na Gazetaonline em 21-10-08

“O secretário estadual de Gestão e Recursos Humanos, Ricardo de Oliveira, reconhece que o processo de identificação é difícil e lento, já que a lei amplia o conceito de nepotismo.

"Não teremos todos os casos resolvidos no dia 1º [de novembro], porque a súmula é complexa. Esta é a regra do Serviço Público daqui pra frente. Podem até aparecer alguns casos de pessoas ocupando cargos de chefia que nem sabem que tem parentes no governo, porque nem todo mundo tem relacionamento com parentes de terceiro grau", esclarece.”

Texto integral em Gazetaonline

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13.4.08

Dia Fatal - 13/03/08 - A PEDIDO

O amigo e coleguinha jornalista Zé Caldas passou mensagem no último dia 9, quarta.
Pediu a mim e a outros mais que, se possível, reproduzissem hoje, 13/04/08, o texto de sua tia, Sra. Dilma Caldas Vianna.

Há exato um mês D. Dilma perdeu um filho, Roberto Caldas Vianna, em acidente de trânsito. A D. Dilma escreveu um texto que gostaria muito, em memória do rapaz - primo do Zé - que suas linhas fossem publicadas, de alguma forma, no dia de hoje, 13/04/08.

Em solidariedade e em atendimento à D. Dilma e ao amigo Zé Caldas (jornalista, autor do "Caparaó - a primeira guerrilha contra a ditadura´”) segue o texto:

Meu Roberto Querido 8720.

Você poderia ter vida até os 80, 87 anos?... Morreu aos 29, pouco mais dos 20!
Havia uma pedra no seu caminho – era o meio fio! No seu caminho tinha uma pedra e eu não pude tirá-la! Sim, meu filho, uma pedra no caminho me roubou você!...

Tão moço ainda, tão cheio de planos e projetos! Aos 29 anos, uma pedra no caminho interrompeu seus sonhos.

Você tentou domar o seu carrinho, que saltou no meio fio como um touro furioso. Você prendeu-se firme ao volante e na última manobra ainda conseguiu um último giro, que deixou ileso seu amigo e carona, e num choque fatal arremessou você contra um ônibus que passava.

Você se foi, meu filho, sua vida acabou... Eu não tenho mais você!

Você foi e será sempre o meu filhote!

Ainda me lembro de você me chamando nas horas de aperto, nas horas difíceis! Eu corria ao ouvi-lo de longe, mas na última vez eu não te ouvi...

Havia uma pedra no seu caminho, eu queria, mas não pude arrastá-la; não pude fazer nada!

Desculpe, meu filho, eu não pude tirar a pedra do seu caminho.

Roberto, seu sempre te amei... eu te amo! Te amo... te amo... te amo para sempre!

Sua mãe,

Dilma Caldas Vianna
Vila Velha – ES”

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