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20.2.08

Marka, similar ou genérica.

A Receita Federal autuou o PSDB por ter utilizado notas fiscais frias num valor de R$ 476 mil durante a campanha presidencial de Serra em 2002.

Uma das empresas que emitiram as notas pertenceu ao ex-deputado Márcio Fortes, está desativada e tinha o nome Marka.

Quando Ministro da Saúde, Serra lançou no Brasil os medicamentos genéricos.
Agora, sofre com a Marka. Genérica. Ou similar, sei lá.

Umas coisa difíci.

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6.1.08

Brasil poderá seguir exemplo do Egito e cobrar por uso de imagem de obras faraônicas

Pocou hoje e informação, com base em material da France Press, que o Egito quer cobrar, em todo o mundo e circunstâncias, pelo uso das imagens das pirâmides. E de outras obras faraônicas, é claro.

A respeito, entrevistamos um camelo que pediu para não ser identificado e disse, apenas.
- Não tenho absolutamente nada com isso. Aliás, estou seco.

Já o diretor do Conselho Supremo de Antiguidades do Egito, Zahi Hawass, diz que a medida é necessária “para pagar pela manutenção do enorme número de obras faraônicas do país”.
A lei – egípcia, naturalmente – tem boas chances de aprovação e terá validade “para todos os países do mundo”.
Não está esclarecido como os camelos, ou melhor, as autoridades egípcias vão zelar pela aplicação da lei faraônica.

DEM lembra seus faraós e quer novo imposto

Correm boatos que o PFL, embalsamado para a eternidade com o nome DEM, executor de algumas das mais espetaculares obras faraônicas do planeta, vai querer lei que, para contrabalançar o fim do CPMF, deverá cobrar pela exibição das imagens das nossas obras faraônicas. Algumas, é um espanto, nem visíveis.
Ocorreriam, claro, discussões, acaloradas como os desertos egípcios, para julgar o que é ou não faraônico no Brasil.
É aguardado um pronunciamento tumular de Mário Andreazza.

Informante deste blog adiantou que o DEM está diante de forte reação da bancada evangélica para denominar o novo imposto de IFODA – Imposto Faraônico da Oposição Democrática Apatetada. O IFODA terá sido idéia original do PSDB, atualmente em período de “entrou areia”.
Que coisa.

Faraós no Espírito Santo

Entrevistamos um forte candidato à obra faraônica no Espírito Santo, o Calçadão de Camburi, em Vitória.
Submetido a mais uma secular reforma, murmura, fervoroso, o calçadão:
- Nesse momento, eu sou um areião, só. Mas, se o PT quiser, ainda vou acabar faraônico. Vida eterna ao Faraó.

Já as obras de macrodrenagem em Vila Velha informaram que não querem ser consideradas faraônicas. Até porque, dizem as incompreendidas obras faraônicas do município canela verde, “o visível aqui não é areia nem pedra, é tudo por água abaixo, mesmo”.

No final, é como dizia, há milênios, a Baby Consuelo:

- Rá.

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18.12.07

TV Brasil e DEM, nada a ver.

“Manuela D'Ávila: Quem tem medo da TV Brasil?

Em discurso realizado esta semana na Câmara, a deputada Manuela D'Ávila (PCdoB-RS) comentou as ações protocoladas por partidos políticos na Justiça contra a criação da TV Brasil.

A deputada Manuela D'Ávila Manuela centra suas críticas àqueles que procuram detonar a nova emissora. ''Ouvi aqui, diversos discursos acusando a iniciativa do governo Lula de se criar uma TV chapa-branca. Mas todos estes ataques caem por terra quando conversamos com a nova presidente da TV, jornalista Tereza Cruvinel'', diz a deputada.

Manuela comentou também em seu discurso a tentativa que o ex-PFL (DEM) fez no início do mês (3 de dezembro) para derrubar a Medida Provisória que criava a TV Brasil.

O DEM é apoiado pelos grandes grupos privados de comunicação brasileiros, que não se conformam com a aparição de uma alternativa de televisão para o público brasileiro, insatisfeito com os padrões atuais da TV comercial.

''O que teme este partido [DEM] e os ácidos críticos à nova TV é que ela seja um instrumento da sociedade. A mesma insegurança que move setores da mídia contra o governo Lula, não pelos seus atos administrativos mas pela sua origem popular'' lembrou Manuela.

Os partidos apoiados por essa mídia não atacam a TV Cultura, por exemplo, por ela ser sustentada pelo governo do Estado de São Paulo, feudo do PSDB há mais de 12 anos. A TV Cultura foi constituída em moldes muito semelhantes aos da TV Brasil.

''O que teme este partido e os ácidos críticos à nova TV é que ela seja um instrumento da sociedade. A mesma insegurança que move setores da mídia contra o governo Lula, não pelos seus atos administrativos mas pela sua origem popular. Senhor presidente, senhoras e senhores deputados, eu pergunto quem tem medo da TV Brasil?'', pergunta Manuela.

Em seguida, a deputada comunista aponta os setores que pretendem derrubar a TV pública, afirmando que são ''os mesmos setores que tem medo do nosso povo e da nossa cultura. Segmentos que buscam desesperadamente se sentirem mais cultos e urbanos voltando suas vidas para os exemplos norte-americanos de cultura e consumo. Pessoas que se sentem mais à vontade em Nova York do que no Rio de Janeiro. Estes setores irão descobrir a riqueza da alma e da cultura de nosso país''.

''O surgimento de mais uma rede de televisão, e de natureza pública, pode contribuir para o aumento da diversidade na oferta de oportunidades de informação ao cidadão. Quanto maior a diversidade do sistema de radiodifusão, mais democrático ele se torna, permitindo que a sociedade possa formar seus juízos a partir do acesso a um conjunto variado de mensagens que expressem o pluralismo da própria sociedade'', defende.

Manuela conclui o discurso afirmando que seu mandato e sua atuação política ''serão voltados para o sucesso desta iniciativa, que não é iniciativa de um governo, mas é uma conquista para todo o país."

Fonte: Vermelho- 18/12/07

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