1- Panetone de Arruda - Uma receita que vovó nenhuma conhecia; 2 - Comercial Ford Ranger – O mais estranho dos comercias estranhos. Muito estranho. Fruto da popular “masturbação criativa;” 3 - Censura ao Estadão - Sarna dos Sarney. Ainda coça, mas um dia, acaba. Ou, melhor, acabam, a sarna e os Sarney. 4 - Xuxa no (fora do) Twitter - Ainda bem que “fui vcs não merecem falar comigo nem com meu anjo.” 5 – Performances de Susana Vieira – Calma, gente, paciência com quem tá acabando.
Veículos censurados agora podem recorrer diretamente ao STF
Jornais, revistas, rádios e TVs censurados agora podem agora reclamar diretamente ao Supremo Tribunal Federal (STF).
A base para as reclamações será decisão tomada em abril pelo STF, publicada ontem (6 de novembro/2009) no Diário da Justiça e que derruba a Lei de Imprensa, obra da ditadura militar (1964-85).
O jornal O Estado de S.Paulo está hoje, 7 de novembro/2009, há 99 dias sob censura por força de ato do desembargador Dácio Vieira, do Tribunal de Justiça (TJ) do Distrito Federal. Dácio censurou o Estadão para impedir publicação de qualquer matéria sobre a Operação Boi Barrica, da Polícia Federal, que investigou negócios de Fernando Sarney, filho do presidente do Senado, José Sarney.
Reportagem do jornal mostrou que Dácio Vieira, ex-consultor do Senado, era do convívio da família Sarney. Apesar dos diversos recursos da decisão junto ao TJ, a censura ao Estadão continua.
O Grupo Estado informa que irá "fazer uso imediato dessa nova jurisprudência", ou seja, recorrerá diretamente ao STJ.
A partir da página 15 do Diário Eletrônico do STJ (abaixo) veja na íntegra o ato jurídico que Ricardo Pedreira, diretor executivo da Associação Nacional de Jornais (ANJ), considera "uma peça histórica, definitiva, em favor da liberdade de imprensa como valor maior da democracia".
Nota da Associação Nacional de Jornais afirma que censura ao Estadão é inconstitucional
A liminar judicial contra o jornal O Estado de S. Paulo é qualificada como inconstitucional pela Associação Nacional de Jornais (ANJ).
A Associação divulgou ontem [01/08/09] nota à imprensa, assinada por Júlio César Mesquita,vice-presidente da ANJ e responsável pelo Comitê de Liberdade de Expressão.
Trecho da nota:
“...As reportagens que O Estado de S. Paulo vinha publicando baseavam-se em gravações de conversas telefônicas entre o referido empresário e diversas pessoas, entre as quais seu pai, José Sarney, ex-presidente da República e atual presidente do Senado Federal, cuja família, entre outros negócios, controla um grupo de comunicação que inclui jornal, rádio e televisão...”
Leia matéria de O Estadão e a nota da ANJ, na íntegra, aqui:
“Curió abre arquivo e revela que Exército executou 41 no Araguaia”
“Até hoje eram conhecidos 25 casos de guerrilheiros mortos; relato do oficial confirma e dá detalhes da perseguição EXCLUSIVO - Leonencio Nossa, XAMBIOÁ (TO)" ......................................
A edição impressa de O Estadão e o Estadão.com registraram hoje, para a história brasileira, verdades que para sempre incomodarão a muitos.
Numa exuberante demonstração da força e importância do jornalismo responsável e conseqüente, o Estadão publicou a matéria com título “Curió abre arquivo e revela que Exército executou 41 no Araguaia”.
Com esse impressionante trabalho jornalístico, os que foram executados no Araguaia começam a ter suas mortes esclarecidas e memórias redimidas pelo Estadão e pelo Jornalista Leonencio Nossa, capixaba, formado pela Universidade Federal do Espírito Santo.
“Curió abre arquivo e revela que Exército executou 41 no Araguaia”.Leia aqui.