O catolicismo, segundo Capistrano de Abreu
Muito bom amigo emprestou a mim uma preciosidade.
Exemplares, encadernados num volume, da revista Manchete, edições de 14 de agosto a 16 de outubro de 1954.
Folheei e li, em reverenciais páginas amareladas, a cobertura (nº 123, 28 de agosto de 1954) do suicídio de Getúlio Vargas.
Na mesma edição, à pagina 50, religiosidade. No caso, da não religiosidade de Capistrano de Abreu.
Transcrevo, com a ortografia original:
“...Tinha Capistrano de Abreu uma filha que foi ser freira. Inconformada com a descrença do pai, tudo fêz para convertê-lo ao catolicismo.
- Não quero converter-me – respondeu o velho historiador. – Contento-me em ser sogro de Jesus Cristo...”
Aconteceu, virou manchete.
‘Té logo.
Exemplares, encadernados num volume, da revista Manchete, edições de 14 de agosto a 16 de outubro de 1954.
Folheei e li, em reverenciais páginas amareladas, a cobertura (nº 123, 28 de agosto de 1954) do suicídio de Getúlio Vargas.
Na mesma edição, à pagina 50, religiosidade. No caso, da não religiosidade de Capistrano de Abreu.
Transcrevo, com a ortografia original:
“...Tinha Capistrano de Abreu uma filha que foi ser freira. Inconformada com a descrença do pai, tudo fêz para convertê-lo ao catolicismo.
- Não quero converter-me – respondeu o velho historiador. – Contento-me em ser sogro de Jesus Cristo...”
Aconteceu, virou manchete.
‘Té logo.
Marcadores: Capistrano de Abreu, catolicismo, freira, Getúlio Vargas, Jesus Cristo, revista Manchete


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