Pra não dizer que não falei dos que se foram
Trecho do texto:
"Ditadura de 1964/1985: uma síntese do fracasso e da ignomínia
Celso Lungaretti
Ao completarem-se 44 anos da quebra da normalidade institucional no Brasil, mergulhando o país nas trevas e na barbárie durante duas décadas, é oportuno evocarmos o que realmente foi essa ditadura, defendida hoje com tamanha desfaçatez pelos culpados inúteis e com tanta ingenuidade pelos inocentes úteis.
Como frisou a bela canção de Milton Nascimento e Fernando Brant, cabe a nós, sobreviventes do pesadelo, o papel de sentinelas do corpo e do sacrifício dos nossos irmãos que já se foram, assegurando-nos de que a memória não morra – mas, pelo contrário, sirva de vacina contra novos surtos da infestação virulenta do totalitarismo.
Nessa efeméride negativa, o primeiro ponto a destacar é que a quartelada de 1964 foi o coroamento de uma longa série de articulações e tentativas golpistas, nada tendo de espontâneo nem sendo decorrente de situações conjunturais; essas foram apenas pretextos, não causa..."
A integra do artigo do Celso Lungaretti você acessa no Congresso em Foco
Marcadores: 44 anos ditadura militar, Fernando Brant, Milton nascimento







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